Duas peças na mesma linha
Esta linha reúne duas peças esféricas com funções bem diferentes. O balão gigante é a esfera de destaque, de 1 a 6 metros de diâmetro, que fica no local do evento. A bola show, também chamada de promoball, é a versão leve de 60 centímetros a 1,20 metro, feita para circular pela arquibancada.
São materiais, prazos e formas de uso diferentes, então vale entender cada uma antes de decidir.
Balão gigante a ar
Inflado com ar e apoiado em base, o balão gigante vira volume de destaque no piso do evento. Ele funciona como marcador de área e cenário de foto, e a esfera tem uma vantagem prática sobre outras formas: a arte é lida de qualquer ângulo, sem frente nem verso.
É a versão indicada para ação longa, porque não tem consumível: liga o soprador e a peça fica firme o dia inteiro.
Balão gigante a hélio
Inflado com hélio e preso por cabo, o balão sobe e passa a ser enxergado de fora do perímetro. Em show, feira agropecuária e evento de grande público, ele orienta quem está chegando, e essa é a função que nenhuma peça de piso cumpre.
O material muda: a peça é selada, em poliéster resinado de baixa permeabilidade, porque hélio escapa por tecido comum. E o hélio é consumível, então o custo de operação entra na conta conforme o tamanho, a temperatura e a duração da ação.
Bola show
A bola show é jogada pelo público durante o intervalo, aparece na transmissão e dura a partida inteira sem murchar. Ela é feita em PVC laminado, selada, inflada com bomba, e não usa fixação nenhuma.
Como costuma ser distribuída em quantidade, produzimos em lote, e o prazo acompanha o volume do pedido. É a peça desta linha com melhor relação entre custo unitário e número de pessoas alcançadas.
Arte em gomos
Nos três casos a arte é impressa em gomos, que são as faixas verticais que formam a esfera. Isso permite repetir a marca ao redor de toda a superfície e garantir que ela apareça de qualquer ângulo, inclusive quando a bola gira na mão do público.
Texto longo não funciona em superfície esférica, porque distorce nas bordas de cada gomo. Marca, símbolo e uma palavra curta rendem muito melhor.
Fixação e operação
O balão a ar usa base com lastro, cordas e estacas. A versão a hélio usa cabo de aço e exige atenção ao vento, porque a peça trabalha no alto e o esforço no ponto de ancoragem é bem maior. A bola show não usa fixação.
Como escolher entre ar e hélio
A decisão é quase sempre de orçamento de operação, e não de gosto. Com ar, você paga a peça uma vez e usa quantas vezes quiser, sem custo por evento, desde que tenha tomada por perto. Com hélio, cada uso consome gás, e o consumo cresce rápido com o diâmetro, porque o volume da esfera cresce ao cubo do raio.
Na prática, a regra que damos aos clientes é simples. Se a marca precisa ser vista dentro do evento, ar resolve e sai mais barato no acumulado. Se ela precisa ser vista de fora do evento, por quem ainda está na estrada ou a vários quarteirões, aí hélio se justifica, porque nenhuma peça de piso alcança aquela distância.
Existe um caminho do meio que funciona bem em ação recorrente: produzir o balão a ar para o uso do dia a dia e reservar a versão a hélio para os dois ou três eventos grandes do ano.
Quantas bolas show pedir
A conta não é pelo tamanho do público, é pelo setor que você quer ocupar. Bola show espalhada em quantidade pequena some na arquibancada. Concentrada num setor, ela circula de mão em mão e aparece na transmissão como uma mancha da sua cor. Vale definir o setor antes de definir a quantidade.
Antes de produzir, você aprova
Você recebe o layout com a arte distribuída nos gomos e confere como a marca se comporta quando a esfera gira. Só depois do seu de acordo por escrito a gente produz.
